Notícias Gerais

Blumenau Inaugura Mais Um Sacolão

Blumenau agora conta com mais um sacolão de frutas e verduras, que se somará aos outros já existentes. O mesmo inaugurou hoje, dia 12/03/2014, no Bairro Itoupavazinha, localizado no cruzamento da Rua Frederico Jensen com a Rua Professor Jacob Ineichen, ao lado do Postinho (ESF) Armando Odebrecht, junto à Cozinha Comunitária.
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O mesmo funcionará todas as quartas-feiras, das 07:00 às 14:00 horas e o preço inicialmente proposto para o sacolão é de R$ 1,79/kg. Vale a pena conferir!
Sacolão no Bairro Itoupavazinha
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Importância do COMSEA – Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional

Importância do COMSEA – Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional
CONSEA

CONSEA

O COMSEA – Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, representado em instâncias superiores pelos CONSEAS (Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional) Estadual e Nacional, foi criado em 2003 com a finalidade de deliberar, fiscalizar, propor políticas, programas e ações que configuram o direito humano à alimentação, como parte integrante do direito de cada cidadão, tendo seu funcionamento regulado por Regimento Interno.
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“Segurança Alimentar e Soberania Alimentar
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A Segurança Alimentar, enquanto estratégia ou conjunto de ações, dever ser intersetorial e participativa, e consiste na realização do direito de todos ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo como base práticas alimentares promotoras da saúde, que respeitem a diversidade cultural e que sejam ambiental, cultural, econômica e socialmente sustentáveis.
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O modelo de produção e consumo de alimentos é fundamental para garantia de segurança alimentar, pois, para além da fome, há insegurança alimentar e nutricional sempre que se produz alimentos sem respeito ao meio ambiente, com uso de agrotóxicos que afetam a saúde de trabalhadores/as e consumidores/as, sem respeito ao princípio da precaução, ou, ainda, quando há ações, incluindo publicidade, que conduzem ao consumo de alimentos que fazem mal a saúde ou ao distanciamento de hábitos tradicionais de alimentação.
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A segurança alimentar e nutricional demanda ações intersetoriais de garantia de acesso à terra urbana e rural e território, de garantia de acesso aos bens da natureza, incluindo as sementes, de garantia de acesso à água para consumo e produção de alimentos, da garantia de serviços públicos adequados de saúde, educação, transporte, entre outros, de ações de prevenção e controle da obesidade, do fortalecimento da agricultura familiar  e da produção orgânica e agroecológica, da proteção dos sistemas agroextrativistas, de ações específicas para povos indígenas, populações negras e povos e comunidades tradicionais. É, ainda, fundamental que as ações públicas para garantia de segurança alimentar possam contemplar abordagem de gênero e geracional.
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A soberania alimentar é um princípio crucial para a garantia de segurança alimentar e nutricional e diz respeito ao direito que tem os povos de definirem as políticas, com autonomia sobre o que produzir, para quem produzir e em que condições produzir . Soberania alimentar significa garantir a soberania dos agricultores e agricultoras, extrativistas, pescasdores, entre outros grupos, sobre sua cultura e sobre os bens da natureza.” (http://www2.planalto.gov.br/)
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Em Blumenau, o Comsea está regido de acordo com o DECRETO Nº 9761, DE 17 DE JULHO DE 2012, que determina, entre outros aspectos:
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Art. 1º O Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional do Município de Blumenau COMSEA-BL tem por finalidade deliberar, fiscalizar, propor políticas, programas e ações que configuram o direito humano à alimentação, como parte integrante do direito de cada cidadão, tendo seu funcionamento regulado por este Regimento Interno.
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Art. 2º O COMSEA-BL é órgão colegiado deliberativo, vinculado administrativamente ao órgão executor da Política da Assistência Social, responsável pela formulação de diretrizes para políticas e ações na área da segurança alimentar e nutricional, constituindo-se em espaço de articulação entre Governo Municipal e Sociedade Civil.
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Art. 3º Compete ao COMSEA-BL:
I – propor, deliberar e fiscalizar as ações municipais na área de Segurança Alimentar e Nutricional;
II – participar na articulação de áreas do Governo Municipal com a Sociedade Civil Organizada, para a implementação de ações voltadas ao combate das causas da miséria e da fome, no âmbito do Município;
III – incentivar parcerias que garantam a mobilização dos setores envolvidos e a racionalização no uso dos recursos disponíveis;
IV – articular e mobilizar a Sociedade Civil Organizada e o Poder Público na realização de campanhas de conscientização da opinião pública, com vistas à união de esforços, visando a Segurança Alimentar e Nutricional do Município;
V – participar na formulação do Plano Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional;
VI – propor estratégias, normatizações, projetos e ações que implementem a Política de Segurança Alimentar no Município;
VII – deliberar e fiscalizar sobre a aplicação dos recursos destinados às ações de Segurança Alimentar e Nutricional;
VIII – propor alterações e aprovar o seu Regimento Interno, mediante quórum mínimo de dois terços (2/3) dos membros do Conselho;
IX – propor projetos e ações prioritárias da Política Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, a serem incluídas, anualmente, na Lei de Diretrizes Orçamentárias e no Orçamento do Município de Blumenau;
X – convocar a Conferência Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, atendendo as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – CONSEA.
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E, segundo o Art. 30, todas as reuniões são abertas à comunidade, que poderá manifestar-se mediante inscrição, sem direito a voto. Portanto, fique à vontade para participar e fazer suas contribuições!
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E-Mail do Comsea de Blumenau: “Conselho Municipal de Segurança Alimentar” <comseabnu@blumenau.sc.gov.br>
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Conhecendo o Restaurante Popular de Joinville

No dia 18/09/2013 tivemos a oportunidade de conhecer o Restaurante Popular de Joinville, projetado inicialmente para servir 1.000 refeições por dia, mas no qual o atendimento diário excede esse limite, podendo chegar a até 1.300 refeições/dia.
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Atualmente, o preço da refeição está em R$ 1,00, o que não chega a ser nem próximo do custo de uma refeição, que fica entre R$ 5,00 e R$ 6,00. O aporte de Prefeitura Municipal é de R$ 4,00/refeição para 1.000 refeições. Uma parte dos alimentos utilizados provém de programas governamentais, como o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos).
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O restaurante atende de segunda a sexta-feira das 11h às 14h e é gerida pela ASANJ – Associação de Segurança Alimentar e Nutricional de Joinville através de uma parceria com a prefeitura. Essa associação conta com uma equipe completa de profissionais e nutricionistas para o bom balanceamento das refeições.
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É válido o comentário de que não há um público específico que visita o restaurante, pois todas as classes sociais almoçam lá, o que comprova sua importância e qualidade alimentar.
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Agradecemos à Prefeitura Municipal de Joinville pela nossa recepção, através da Cristiana – Nutricionista da Assistência Social e ao pessoal da ASANJ, que nos acompanharam na visita ao restaurante, sanando todas as nossas dúvidas.
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Relatório da FAO Aponta para o Desperdício de Alimentos

Relatório da FAO Aponta para o Desperdício de Alimentos
PensarComerConservar
Desperdício de alimentos tem consequências no clima, na água, na terra e na biodiversidade
 
Novo estudo da FAO aponta que os custos econômicos diretos podem chegar a 750 bilhões de dólares por ano. São necessárias novas políticas e experiências bem sucedidas precisam ser ampliadas e replicadas
 
O impressionante volume de 1,3 bilhões de toneladas de alimentos desperdiçados anualmente não só causam grandes perdas econômicas, como também tem impacto significativo nos recursos naturais dos quais a humanidade depende para se alimentar. Essa é a conclusão de um novo relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) lançado hoje.
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Os Rastros do Desperdício de Alimentos: Impactos sobre os Recursos Naturais é o primeiro estudo que analisa os efeitos do desperdício de alimentos global a partir de uma perspectiva ambiental, focando particularmente em suas consequências para o clima, uso da água e do solo e biodiversidade.

Entre as suas principais conclusões podemos destacar:

  • A cada ano, os alimentos produzidos mas não consumidos utilizam um volume de água equivalente ao fluxo anual do rio Volga na Rússia e são responsáveis ​​pela emissão de 3.3 mil milhões de toneladas de gases de efeito estufa na atmosfera do planeta.
  • Além destes impactos ambientais, as consequências econômicas diretas do desperdício de alimentos (sem incluir peixes e frutos do mar) atingem o montante de 750 mil milhões dólares por ano, de acordo com as estimativas do estudo da FAO.

“Todos nós, agricultores e pescadores, processadores de alimentos e supermercados, governos locais e nacionais e consumidores individuais, temos de fazer mudanças ao longo de toda a cadeia alimentar humana para impedir que ocorra, desde já, o desperdício e, não sendo isto possível, promover a reutilização ou a reciclagem”, afirmou o Diretor-Geral da FAO, José Graziano da Silva.

“Não podemos simplesmente permitir que um terço de todos os alimentos produzidos seja perdido ou desperdiçado devido a práticas inadequadas, quando 870 milhões de pessoas passam fome todos os dias”, disse ele.

Acompanhando o novo estudo, a FAO também publicou um manual prático com as recomendações sobre como reduzir a perda e o desperdício de alimentos em cada etapa da cadeia alimentar.

Este manual inclui informações sobre uma série de projetos ao redor do mundo que mostram como os governos nacionais e locais, os agricultores, as empresas e os consumidores individuais podem tomar medidas para responderem ao problema.

O Subsecretário-Geral das Nações Unidas e Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUMA), Achim Steiner, afirmou: “A UNEP e a FAO identificaram a perda e o desperdício de alimentos como uma grande oportunidade para que os países façam a transição para uma economia verde inclusiva, de baixo carbono e eficiente na utilização de recursos. O excelente relatório apresentado hoje pela FAO destaca os muitos benefícios que podem ser obtidos, em muitos casos através de medidas simples e sensatas, ao nível das famílias, lojas, restaurantes, escolas e empresas, e que podem contribuir para a sustentabilidade ambiental, melhorias econômicas, segurança alimentar e para a realização do Desafio Fome Zero do Secretário-Geral Nações Unidas. Convidamos todos a adotarem o slogan de nossa campanha: Pensar, Comer, Conservar”.

O PNUMA e a FAO são parceiros na campanha Pensar.Comer.Conservar, lançada esse ano e que tem como objetivo auxiliar na coordenação dos esforços globais para reduzir o desperdício.

Onde acontece o desperdício?

De acordo com o estudo da FAO, 54% do desperdício de alimentos no mundo ocorre na fase inicial da produção, manipulação pós-colheita e armazenagem. Os restantes 46% ocorrem nas etapas de processamento, distribuição e consumo.

Geralmente, os países em desenvolvimento sofrem mais com as perdas* durante a produção agrícola, enquanto o desperdício na distribuição e consumo tende a ser maior nas regiões de renda média e elevada, que responde por 31-39% do desperdício (em comparação a 4-16% nas regiões com baixa renda.

Quanto mais tarde um produto alimentar se perde na cadeia alimentar, maiores são as consequências ambientais, de acordo com a FAO, já que ao custo inicial da produção devem ser adicionados os custos ambientais incorridos durante o processamento, transporte, armazenamento e utilização.

As regiões críticas

O estudo destaca várias regiões críticas do desperdício alimentar:

O desperdício de cereais na Ásia é um grave problema, com um enorme impacto sobre as emissões de carbono e o uso da água e do solo. O caso do arroz é particularmente evidente, em especial ao levar em consideração suas elevadas emissões de metano e seu elevado nível de desperdício.

Em relação à carne, apesar do volume de desperdício ser relativamente baixo em nível global, a indústria da carne gera um impacto considerável sobre o meio ambiente em termos de uso da terra e da pegada de carbono, especialmente nos países de elevado rendimento e na América Latina, que juntos são responsáveis por 80% do total do desperdício. Excluindo a América Latina, as regiões de alta renda são responsáveis ​​por cerca de 67% de todo o desperdício de carne.

No que diz respeito às frutas, o elevado nível desperdício contribui significativamente para a utilização desnecessária de água na Ásia, Europa e América Latina.

Da mesma forma, o elevado volume de desperdício dos produtos hortícolas nos países industrializados da Ásia, Europa e Sul e Sudeste da Ásia, resultam numa grande pegada de carbono para o setor.

Causas do desperdício de alimentos e opções para o enfrentar o problema

Segundo a FAO, o nível mais elevado de desperdício de alimentos nas sociedades ricas resulta de uma combinação entre o comportamento do consumidor e a falta de comunicação ao longo da cadeia de abastecimento. Os consumidores não conseguem planejar suas compras de forma eficaz e, por isso, compram em excesso ou exageram no cumprimento das datas de validade dos produtos; enquanto os padrões estéticos e de qualidade levam os distribuidores a rejeitar grandes quantidades de alimentos perfeitamente comestíveis.

Nos países em desenvolvimento, as grandes perdas pós-colheita, ainda na fase inicial da cadeia alimentar, são o principal problema, ocorrendo como resultado de limitações financeiras e estruturais nas técnicas de colheita e infraestrutura de transporte e de armazenamento, combinadas com as condições climáticas que favorecem a deterioração dos alimentos.

Para resolver o problema, o manual prático da FAO detalha três níveis onde são necessárias ações:

  • Deve ser dada prioridade à redução do desperdício de alimentos. Além da redução de perdas resultantes de más práticas nas atividades rurais, é necessário um maior esforço para equilibrar a oferta e a demanda, para que não se desperdicem recursos naturais desnecessariamente.
  • No caso dos excedentes alimentares, a melhor opção é a  reutilização dos alimentos na cadeia alimentar humana, através de mercados secundários ou da doação aos membros mais vulneráveis ​​da sociedade. Se os alimentos não estão em condições para o consumo humano, a melhor opção é desviá-los para a cadeia alimentar animal, poupando recursos que, de outra forma, seriam necessários ​​para produzir ração comercial.
  • Quando a reutilização não é possível, deve proceder-se à reciclagem e recuperação: a reciclagem de subprodutos, a digestão anaeróbia, a compostagem e a incineração com recuperação de energia, permite que se recupere a energia e os nutrientes provenientes do desperdício, o que representa uma vantagem significativa em relação aos aterros. Os restos de alimentos que acabam por apodrecer nos aterros são responsáveis por uma elevada produção de metano, um gás com efeito estufa particularmente prejudicial.

O governo alemão financiou a produção deste estudo sobre rastros do desperdício de alimentos e do manual prático.

* Entenda a diferença entre perda e desperdício de alimentos

Diferença entre perda e desperdício

A perda de alimentos é a redução não intencional de alimentos disponíveis para o consumo humano que resulta de ineficiências na cadeia de produção e abastecimento: infraestrutura e logística deficiente, falta de tecnologia, insuficiência nas competências, conhecimentos e capacidade de gerenciamento. Ocorre principalmente na produção, pós-colheita e processamento, por exemplo quando o alimento não é colhido ou é danificado durante o processamento, armazenamento ou transporte e por isso fica perdido.

O desperdício de alimentos se refere ao descarte intencional de items próprios para alimentação, particularmente pelos varejistas e consumidores, e ocorre devido ao comportamento dos comerciantes e indivíduos.

Aqui nos referimos aos dois problemas e analisamos como uma combinação de ambos.

Website: www.fao.org.br

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Nova Página no Blog: Pesque-Pague

Nova Página no Blog: Pesque-Pague
Pesque-Pague Recanto Divisa. Foto: Anderson Rozanski

Pesque-Pague Recanto Divisa. Foto: Anderson Rozanski

Visando dar maior publicidade a uma atividade tão importante ligada à agricultura que são os pesque-pague, resolvemos criar uma página específica em nosso Blog (agriculturaemblumenau.wordpress.com/pesque-pague) onde citamos os estabelecimentos existentes e as opções que oferecem.
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Vale a pena destacar que alguns deles também oferecem almoço/janta aos finais de semana e feriados, sendo uma excelente oportunidade para mudar de ares e fugir da rotina.
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Para alimentar os dados dessa nova página, tivemos o apoio da Diretoria de Desenvolvimento Rural/SEDEC da Prefeitura Municipal de Blumenau, através do Técnico Agrícola Josmar Dall Ácqua, responsável pela piscicultura no departamento, o qual agradecemos imensamente.
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Inicialmente, você encontrará 18 opções cadastradas pertencentes ao município de Blumenau. Futuramente, conforme a disponibilidade, estaremos cadastrando estabelecimentos de outros municípios, além das novas que surgirem.
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O mesmo poderá ser acessado através do link: http://agriculturaemblumenau.wordpress.com/pesque-pague/ ou clicando em “Pesque-Pague” na página inicial do Blog.
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Visita a um Produtor de Cactos, Bromélias e Suculentas em Blumenau

Visita a um Produtor de Cactos, Bromélias e Suculentas em Blumenau
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Recentemente, tivemos a oportunidade de conhecer o Bromelário Tropica, idealizado pelo Sr. Jürgen Nietsche e seu filho Stefan Nietsche. O Bromeliário está localizado no município de Blumenau/SC no bairro Passo Manso e é responsável pela produção de Bromélias, Cactos e Suculentas. Além de participar de feiras do gênero e na Feira Livre da Vila Germânica, aos sábados no período da manhã.
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Abaixo, fotos do sistema produtivo adotado pelo Sr. Jurgen, que há 14 anos atua nesse ramo de atividade. O mesmo adota elevado nível de tecnologia, com produção de mudas em estufas pré-montadas de arame galvanizado.
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Maiores informações podem ser encontradas através do site: http://www.bromeliariotropica.com

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Fotos da Festa das Orquídeas 2013 em Blumenau

Os organizadores do evento estão de parabéns devido à vasta diversidade de plantas presentes e ao grande número de expositores. Apesar da qualidade da iluminação estar péssima para este tipo de evento!

 
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Agricultores Blumenauenses Participam pela 1ª Vez da Chamada Pública da Merenda Escolar de Blumenau

Agricultores Blumenauenses Participam pela 1ª Vez da Chamada Pública da Merenda Escolar de Blumenau
Participação dos agricultores blumenauenses na Chamada Pública 02/2013 para Merenda Escolar em Blumenau
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No dia 03/09/2013 participaram da Chamada Pública Nº 02/2013 da Merenda Escolar (PNAE) de Blumenau 20 agricultores blumenauenses representando 17 DAP’s (Declaração de Aptidão ao PRONAF), com uma proposta para comercialização de alimentos num valor aproximado de R$ 302 mil, distribuídos entre 17 produtos: hortaliças e banana, que irão atender 37 escolas da rede municipal e representam um volume total aproximado de 92,5 ton de alimentos.
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Além dos agricultores locais, estiveram presentes 3 representantes da Diretoria de Desenvolvimento Rural (DDR/SEDEC/PMB) e 1 representante da Epagri, que estão articulando os agricultores locais para participarem do programa. O evento também contou com a presença de 2 membros da Semed (Secretaria Municipal da Educação) para acompanhar a chamada e tirar dúvidas.
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O empenho dos diversos setores foi fundamental para o êxito, além do fato da mudança na lei da Merenda Escolar que permite que a comercialização de alimentos e a participação na chamada pública para o PNAE possa ser realizada diretamente pelos agricultores individuais ou grupos informais através da DAP. Anteriormente, a participação apenas era possível se estivessem representados por alguma Cooperativa Agrícola. Resta agora aguardar a homologação dos resultados e a assinatura dos contratos para o início das entregas.
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RAMA – Programa de Rastreamento e Monitoramento de Alimentos

Bela e importante iniciativa que merece ser compartilhada! É uma fonte a mais de segurança ao consumidores que compram seus alimentos em supermercados, sem saber da procedência dos produtos hortifrutigranjeiros.
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RAMA - Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos
RAMA – Programa de Rastreamento e Monitoramento de Alimentos
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A ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados apresenta o RAMA (Projeto Alimento Sustentável de rastreabilidade de produtos in natura desenvolvido pela Associação Catarinense de Supermercados – Acats), programa criado especialmente para rastrear e monitorar o uso de agrotóxicos nas Frutas, Verduras e Legumes (FLV) comercializados pelas mais de 80 mil lojas dos setor, espalhadas por todo o País.
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Realizado pela Abras, com o apoio da empresa especializada Paripassu, responsável pelas coletas e análises técnicas, o RAMA está programado para abranger a todos os Estados por meio da sinergia de ações com as 27 Associações Estaduais de Supermercados.
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O Programa RAMA permitirá ao supermercadista monitorar os alimentos in natura, por meio de análises de resíduos de agrotóxicos realizadas com amostras de FLV recolhidas em loja. Também permitirá, por meio da rastreabilidade dos produtos (cadastro/controle dos produtores/fornecedores), maior precisão na identificação da origem dos problemas de uso excessivo ou incorreto de agrotóxicos na produção e, consequentemente, será vital para solucioná-los.
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O Programa permite acesso direto dos participantes a uma base de dados de análises de resíduos de agrotóxicos de FLV, o que facilita a gestão e controle de fornecedores, ampliando a segurança de consumo dos clientes que frequentam a sua loja.
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Clique aqui e veja mais informações sobre o RAMA
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Fonte: http://www.abras.com.br/supermercadosustentavel/categoria/seguranca-alimentar/agrotoxicos/
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Curso de Irrigação em Hortaliças em Pomerode

Abaixo, segue algumas fotos do Curso sobre Irrigação realizado em Pomerode no dia de ontem, quarta-feira, dia 25/07/2013, Com um público aproximado de 60 pessoas, entre agricultores e técnicos, pudemos aprender, recapitular, revisar e nos atualizar sobre o sistema de irrigação adotado em nossa região, com foco no sistema conhecido como “gotejamento”, com o pesquisador da Epagri Altamiro Morais de Matos, Mestre em Irrigação..
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Parabenizamos os organizadores pelo excelente trabalho!
Curso Irrigação em Hortaliças em Pomerode Curso Irrigação em Hortaliças em Pomerode Curso Irrigação em Hortaliças em Pomerode Curso Irrigação em Hortaliças em Pomerode Curso Irrigação em Hortaliças em Pomerode Curso Irrigação em Hortaliças em Pomerode
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Resultados da Campanha de Mudas Frutíferas 2013

Resultados da Campanha de Mudas Frutíferas 2013
Campanha de Mudas Frutíferas 2013 - Testo Salto
É com grande satisfação e alegria, que comunicamos os resultados referentes à Campanha de Mudas Frutíferas 2013 em Blumenau. Ao todo, foram comercializadas 5.256 mudas. Desse total, as variedades cítricas representaram 51,5% das vendas, ou seja, 2.708 mudas de citros. Convém também destacar a crescente procura por flores, roseiras e ornamentais, visando o embelezamento de jardins e residências, perfazendo um total de 624 mudas, que representa 11,9% do total comercializado.
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As vendas foram distribuídas de seguinte forma:
1º Vila Germânica: 1.734 mudas
2º Vila Itoupava: 1.594 mudas
3º Distrito do Grande Garcia: 1.231 mudas
4° Testo Salto (1ª vez): 697 mudas
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Agradecemos a presença de todos e às empresas, órgãos públicos, entidades, jornais, blogs, colegas e demais que nos auxiliaram na divulgação da Campanha. Ano que vem tem mais!
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Fonte: Prefeitura Municipal de Blumenau – Diretoria de Desenvolvimento Rural/SEDEC
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Feiras livres garantem produtos de boa procedência com preço baixo

Feiras livres garantem produtos de boa procedência com preço baixo
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Frutas, hortaliças, flores, pães, queijos, geleias, embutidos, vinhos e artesanato são alguns dos produtos que a população blumenauense tem à disposição nas oito feiras livres e sete sacolões organizados pela Diretoria de Desenvolvimento Rural (DDR). Disponível em diversos bairros da cidade, as feiras e sacolões tem por objetivo incrementar o consumo de produtos locais com boa procedência e com um preço justo.
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Atualmente, 200 feirantes estão cadastrados junto à diretoria e para comercializarem seus produtos nestes locais garantindo, muitas vezes, a rende total das famílias. Somente a comercialização de hortifrutigranjeiros nas feiras livres atinge um total de 1.450 toneladas por ano, gerando um valor estimado de R$5 milhões.
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Nos sacolões são comercializados em torno de 2.500 toneladas ao ano de hortifrutigranjeiros oriundo dos agricultores da nossa região e CEASA de Blumenau e São José. Trabalham diretamente nos sacolões aproximadamente 60 pessoas que comercializam a um preço único, que varia de R$ 1,59 a R$ 1,70 o quilo de frutas e hortaliças.
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A principal feira livre do município está localizada a rua Humberto de Campos, próximo ao Parque Vila Germânica. Em uma estrutura própria, estão situadas 60 bancas e 18 boxes onde são comercializados além de hortifrutigranjeiros, embutidos, queijos, nata, mel também há mensalmente a venda de peixe.
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Em conjunto com os feirantes, a Diretoria de Desenvolvimento Rural organizou a Associação dos Feirantes da Rua Humberto de Campos (BLU-FEIRA), que tem com objetivo principal fazer a limpeza, manutenção e melhorias no galpão onde a feira acontece.
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Selvino da Silva, diretor de Desenvolvimento Rural, adianta que estão sendo buscados outros espaços, com boa localização, para contemplar outras regiões com os benefícios das feiras e sacolões. Os bairros Itoupavazinha e Itoupava Central são alguns dos locais previstos, pois ainda não há este tipo de comercialização na região norte.
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Veja alguns locais onde a feiras e sacolões:
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Feira Livre da Vila Germânica
Rua Humberto de Campos, bairro da Velha.
Horário atendimento: segundas e quintas-feiras, das 12h às 20h. Aos sábados, das 8h às 12h.
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Escola Agrícola
Rua Benjamin Constant, bairro Salto.
Horário de atendimento: quartas-feiras, das 9h às 17h e sextas-feiras, das 11h às 19h30.
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Ponta Aguda – Anel Viário
Rua República Argentina, próximo ao anel viário, bairro Ponta Aguda.
Horário de atendimento: aos sábados, das 5h30 às 11h
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Ponta Aguda – Centro
Rua Paraguai, defronte a Associação Atlética Banco do Brasil.
Horário de atendimento: segundas e quintas-feiras, das 12h às 20h.
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Garcia
Rua da glória, junto ao Centro de Ensino Profissionalizante.
Horário de atendimento: aos sábados, das 5h30 às 12h.
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Itoupava Seca
Rua Xavantina, bairro Itoupava Seca.
Horário de atendimento: terças e sextas-feiras, das 11h às 19h.
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Fortaleza
Rua Francisco Vahldieck, bairro Fortaleza.
Horário de atendimento: terças-feiras, das 9h às 19h, a um preço único de R$1,59kg frutas e hortaliças.
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Velha
Rua Gustavo Budag, bairro da Velha.
Horário de atendimento: as terças-feiras, das 12h às 20h.
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Testo Salto
Rua Werner Duwe, defronte ao Clube de Caça e Tiro Testo Salto.                                                           
Horário de atendimento: aos sábados, das 5h30 às 11h.
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Fonte: Selvino da Silva, diretor de Desenvolvimento Rural (6447)
Assessora de Comunicação: Talita Catie (9254-7575)
Talita Catie Assessora de Comunicação 3381-7527 / 9254-7575   Secretaria de Comunicação Prefeitura Municipal de Blumenau ( www.blumenau.sc.gov.br )
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Viagem para Conhecer um Sistema Intensivo de Criação de Rã

No dia 23/05/2013, tivemos a oportunidade de visitar e conhecer a RANAC (frigorífico que abate e comercializa carne e derivados de rã) e alguns de seus parceiros produtivos.
A empresa está localizada no município de Antônio Carlos/SC, próximo a Florianópolis.
Abaixo, segue as fotos e descrição do que cada uma representa.
Desde já, agradecemos à Prefeitura Municipal de Massaranduba por patrocinar a viagem!

Sede e frigorífico da RANAC Parece sapo, mas não é: é a Rã-Touro, raça adotada pela RANAC. Exemplar está pronto para abate, com peso de aprox. 250 gramas. Flávio Lawless, proprietário da empresa Participantes Participantes Localização da primeira propriedade construída para a engorda das rãs Sistema de criação Sistema de criação: já em funcionamento Sistema de criação Sistema de criação Sistema de criação Sistema de criação Fornalha: necessária para aquecer a água e instalações em dias frios Sistema de Aquecimento Sistema de aquecimento Primeiro produtor a adotar o sistema intensivo de criação Construção de um novo sistema de produção Construção de um novo sistema de produção Funcionário da propriedade dando detalhes do manejo Sistema de criação Sistema de produção mais atual adotado Sistema de criação Participantes Sistema de criação Para comprovar que estive mesmo lá! rsrs Sistema de criação Sistema de criação Sistema de criação Sistema de criação Local onde acontece a transformação dos Girinos (filhotes) em rãs Primeira produtora a investir em instalações para transformar os girinos em rãs. Etapa que antecede o sistema de engorda, feito em local separado. Local onde acontece a transformação dos Girinos (filhotes) em rãs Local onde acontece a transformação dos Girinos (filhotes) em rãs Rãs já transformadas, ou rãs pequenas, já prontas para serem enviada para a fase de engorda. Aquecimento elétrico automático para aquecer a água do sistema de transformação dos girinos Aquecimento elétrico automático para aquecer a água do sistema de transformação dos girinos

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Prefeitura Disponibiliza Atendimento Especializado para Produtores de Alimentos

Prefeitura de Blumenau
Ações e programas são desenvolvidas através de projetos. Foto Marcelo Marcelo Martins 13/02/13
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(Quarta-feira,13/02/2013)
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PREFEITURA DISPONIBILIZA ATENDIMENTO ESPECIALIZADO PARA PRODUTORES DE ALIMENTOS
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Preocupada em oferecer apoio aos produtores de alimentos, rurais e urbanos, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, através da Diretoria de Desenvolvimento Rural, dispõem de uma série de programas e ações que auxiliam os cidadãos desde o plantio até o processamento dos alimentos produzidos em Blumenau.
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Hoje são aproximadamente 15 ações desenvolvidas através de diversos projetos, como por exemplo, o de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER). Por meio dele, é realizado o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que visa à compra de alimentos oriundos da agricultura familiar para distribuição gratuita às entidades filantrópicas e de assistencial social.
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Segundo o Diretor de Desenvolvimento Rural, Selvino da Silva, somente no ano passado 46 famílias de agricultores participaram do programa. Para este ano, ele afirma que o projeto já está em fase final de estudos e informa que está sendo analisada a possibilidade da participação de agricultores de uma cooperativa de Massaranduba.
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No setor da piscicultura, a Diretoria desenvolve atividades de orientação sobre o cultivo de peixes e promove a organização dos produtores em associações e cooperativas, além da elaboração de projetos e cursos de produção. Segundo dados da Epagri de 2010, Blumenau possui 952 piscicultores atendidos, com um total de 2.798 viveiros, o que gera uma produção 2.815.968 kg de peixes. Com este resultado Blumenau se coloca como o terceiro maior produtor de peixes de água doce do Estado.
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As escolas também recebem atenção especial da Diretoria. Através do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) 30% da verba da merenda é utilizada para a compra de alimentos vindos diretamente da agricultura familiar. Para 2013, a previsão é que mais R$ 1 milhão possam ser gastos na compra direta com os produtores. Selvino destaca que “há um empenho constante para a inserção de agricultores locais neste programa, que atualmente, uma parte da chama pública vem sendo atendida pela Cooperativa Muza Brasil, de Luiz Alves”.
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O Serviço de Inspeção Municipal (SIM) também é comandado pela Diretoria de Desenvolvimento Rural. O SIM tem por objetivo estabelecer as normas sanitárias e as boas práticas de fabricação para a produção e comercialização de produtos das agroindustriais de Blumenau. Atualmente a equipe conta com um médico veterinário e uma engenheira de alimentos para fazer a inspeção 23 agroindustriais registradas.
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A Diretoria organiza, ainda, feiras e sacolões. São 7 feiras-livres e 10 sacolões realizados em diversos bairros. Nestes locais é possível encontrar alimentos produzidos por agricultores familiares. Mensalmente também é realizada a feira do peixe vivo. A ação é uma forma de incentivo aos produtores.
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Patrulha mecanizada, atendimento clínico veterinário, cubagem de madeira, análise de solo, visitas técnicas, campanhas de mudas frutíferas, entre outras ações, também são realizadas pela Diretoria de Desenvolvimento Rural. Para Selvino as atividades desenvolvidas pela Diretoria garantem a qualidade dos alimentos que chegam à mesa da comunidade, além de desenvolver e aprimorar o trabalho dos produtores.
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Para obter mais informações sobre estas e outras ações, basta comparecer a sede da Diretoria de Desenvolvimento Rural, localizada na rua Norberto Seara Heusi, n° 777, bairro Escola Agrícola, ou pelo telefone 3381-6441.
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Assessora de Comunicação: Talita Catie
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Fonte: Prefeitura Municipal de Blumenau
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Manter Estoque de Alimentos na Atividade de Bovinocultura de Leite ou de Corte É de Vital Importância para o Sucesso

Para conseguir obter bons resultados técnicos e econômicos em qualquer atividade agropecuária é necessário que se observe o correto funcionamento de todos os detalhes inerentes à atividade, pois qualquer erro em apenas um fator de produção poderá comprometer todo o processo produtivo. Os itens principais que fazem parte do processo produtivo da bovinocultura, pela ordem de importância, são: alimentação-manejo-sanidade e padrão zootécnico do rebanho.
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O fornecimento de água de boa qualidade e de fácil acesso aos animais é outro item importante na atividade, mas este pela importância deve estar interligado com o item da alimentação.
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Em relação à alimentação, produzir leite e carne à base de pasto é um item já em adoção pela maioria dos produtores, destacando ainda neste item a formação preferencial por pastagens perene e piqueteamento. Neste item salientamos da necessidade de reservar uma área de lavoura para produzir alimentos para serem armazenados na forma de silagem e/ou de feno.
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Destacamos a importância de manter um estoque de silagem e/ou de feno na propriedade com as seguintes finalidades:
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- Ter alimento de custo relativamente baixo para fornecer aos animais na entresafra, isto é, na transição de pastagens de inverno e verão e vice-versa, quando neste período a produção de pasto é aquém do necessário;
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- Em períodos de chuvas ou com o solo úmido, evitar que os animais sejam soltos nas pastagens, pois nestas condições haverá grande compactação do solo e, ao mesmo tempo, danos às pastagens;
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- As estiagens são imprevisíveis e durante o período de estiagens a produção de pasto é também aquém do esperado, motivo pelo qual, devemos fazer a complementação alimentar aos animais;
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- Também acontece que em determinados períodos em que a temperatura fica mais baixa que o normal e outros com ocorrência de muitas nuvens e pouca ensolação que são prejudiciais ao desenvolvimento das pastagens;
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- Em relação ao feno com leguminosas desaparece o problema de timpanismo que, por muitas vezes, acontece com pastoreio em pastagens verdes. Na cultura da alfafa é possível obter de 06 a 08 cortes/ano com um custo de produção relativamente baixo;
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- Podemos formular um composto alimentar de alta qualidade partindo do conhecimento dos teores nutricionais dos fenos, o qual poderá haver mistura de gramíneas com leguminosas e complementando esta mistura com grãos e complemento mineral.
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* Por Geraldo Rozanski, Extensionista Rural da Epagri.
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Resultados da Reunião com Agricultores para compra de Alimentos para a Merenda Escolar

Na reunião do dia 19/09/2012, houve a participação de 31 pessoas, entre Agricultores e Empresários Rurais, integrantes da Muza Brasil, funcionários da Prefeitura Municipal de Blumenau e da iniciativa privada.
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A reunião teve como objetivo discutir aspectos ligados ao fornecimento de produtos/alimentos da agricultura familiar para o Programa Nacional de Alimentação Escolar através da Cooperativa Muza Brasil (Luiz Alves/SC).
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Durante a mesma, foram discutivos aspectos referentes ao processo de definição de alimentos e licitação para a Merenda Escolar com a colaboração de funcionários da SEMED (Secretaria Municipal de Educação – PMB); de como se dará o processo de adesão dos agricultores à Cooperativa e o funcionamento do programa.
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Ao todo, 12 agricultores demonstraram interesse em dar continuidade no trabalho. Posteriormente, serão feitas visitas à campo para conhecimento da realidade de cada um e aprofundamento de questões pertinentes.

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Visita a um Produtor de Galizé em Canelinha/SC

No dia 11/09/2012 estivemos no município de Canelinha/SC afim de conhecer as instalações do produtor Valmor, que cria e vende Galizé.
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Sua propriedade, que fica às margens da rodovia SC – 411, possui atualmente uma coleção de 80 diferentes raças de Galizé, mas já chegou a possuir 120. Também cria e comercializa exemplares de Marreco, Pato, Pombo, Galinha Angolista, Faisão, Coelho, Cabrito e Cisne.
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Para quem ficar interessado em visitar a propriedade ou negociar algum exemplar, o telefone para contato é: (48) 3264-1314 (preferencialmente à noite).
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Visita ao Sítio da Ledy

Neste domingo, 09/09/2012, tivemos a oportunidade de conhecer o Sítio da Ledy, que atua com produção e comercialização de produtos artesanais e agroecológicos direto ao consumidor, como: geléias, licores, geléia de porco, marrecos, patos, perus, frangos, angolistas e galinha caipira, conservas de ovos de pepino, Koch Käse, queijinho branco e hortaliças em geral, entre outros.
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O mesmo está localizado no bairro do Encano Alto, município de Indaial/SC e está em busca da certificação orgânica.
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Houve a participação de Agricultores, Agrônomos, Gastrônomos, Nutricionistas, Cozinheiros, Estudantes, representantes de algumas entidades como Prefeitura Municipal de Blumenau, Instituições de Ensino e Slow Food, além da apresentação da Rede de Certificação Ecovida e o Instituto Cemear; Cepagro e a Revolução dos Baldinhos; Slow Food, através de Lia Poggio, coordenadora do Slow Food na América Latina e dos proprietários do Sítio, o casal Adalberto e Eledemir Lorenz. Ao todo, haviam no local 35 participantes.
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O evento foi uma promoção da ONG Slow Food e marca o início da 1ª Academia Slow na América Latina. A Slow Food é uma ONG Internacional e que atua com foco na qualidade da alimentação e sustentabilidade na produção, valorizando os produtos regionais.

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ITR já está sendo feito na Diretoria de Desenvolvimento Rural

A Prefeitura Municipal de Blumenau, por meio da Diretoria de Desenvolvimento Rural (órgão vinculado ao SEDEC) está realizando o cadastramento anual para o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR).
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Todos os proprietários de imóveis rurais de Blumenau ou de outros municípios podem procurar o escritório da diretoria para realizar seu cadastramento, desde que tenha em mãos a declaração do ano anterior. O endereço da DDR é: Rua Norberto Seara Heusi, 777 (em frente a URB), Bairro Escola Agrícola. Será cobrada uma taxa de R$ 15,00 por ITR.
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O horário de atendimento vai das 7h às 13h entre terça-feira e sexta-feira. Às segundas-feiras, o atendimento será na sede da Intendência da Vila Itoupava, entre 7h e 13h. Informações pelo telefone: (47) 3381-6446.
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Há também a opção de realizar a declaração através da internet: o programa ITR2012 está disponível no endereço <http://www.receita.fazenda.gov.br>. Para preencher a Declaração do Imposto Territorial Rural (DITR), o contribuinte deverá baixar o Programa Gerador da Declaração (PGD), que deverá ser enviado por meio do aplicativo Receitanet.
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Este ano, o cadastramento iniciou no dia 20/08 e vai até o dia 28 de setembro.
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Dúvidas sobre o ITR podem ser solucionadas junto à DDR ou através do link: http://www.receita.fazenda.gov.br/Publico/itr/2012/PerguntaseRespostasITR2012.pdf
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Projeções do Agronegócio Brasil 2011/2012 a 2021/2022

Projeções do Agronegócio Brasil 2011/2012 a 2021/2022
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O estudo de tendências do agronegócio considera aspectos globais como o crescimento da economia mundial, o envelhecimento populacional e a mudança nos hábitos alimentares, bem como o desenvolvimento tecnológico e a evolução da consciência ambiental.  A avaliação desses aspectos ligados às características do setor no Brasil permite a elaboração de projeções de produção, consumo e comércio exterior. Os índices atuais apontam para um mercado internacional de consumo em expansão, mas cada vez mais exigente no quesito de qualidade dos produtos agrícolas.
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O estudo Projeções do Agronegócio é elaborado pela Coordenação-Geral de Planejamento Estratégico, vinculada à Assessoria de Gestão Estratégica.O telefone para contato é (61) 3218 2644. O número do fax é (61) 3321 2792. E-mail: age@agricultura.gov.br.
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Abaixo, estão os links com informações mais detalhadas, para quem desejar se aprofundar no assunto:
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Projeções do Agronegócio Brasil 2011/2012 a 2021/2022 – Síntese
Projeções do Agronegócio Brasil 2011/2012 a 2021/2022
Tabelas Gerais
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Fonte: http://www.agricultura.gov.br
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Lançamento do Programa de Diversificação da Produção

Secretaria da Agricultura participa do lançamento de Programa de Diversificação da Produção  

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Florianópolis (31/08/2012)
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A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca participou do lançamento do Programa de Diversificação da Produção Agrícola para as propriedades rurais familiares de Santa Catarina, nesta sexta-feira, 31, em Canoinhas. O Programa é uma parceria entre Secretaria da Agricultura, Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Santa Catarina (Fetaesc) e Souza Cruz. A iniciativa tem como objetivo desenvolver atividades para apoiar os produtores de tabaco na implantação de variedades produtivas que gerem mais renda, que aproveitem melhores os fatores de produção (terra, mão de obra e capital da propriedade) e contribuam para redução dos riscos climáticos e de mercado.
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Inicialmente, o Programa será implantado em 40 propriedades integradas a empresa Souza Cruz. Além disso, serão distribuídos materiais informativos para orientação de 20 mil agricultores. O secretário-adjunto de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, explica que o Programa irá proporcionar às famílias rurais mais renda e a alternativa de trabalhar de forma mais profissionalizada. “Os agricultores irão receber recursos para melhorar a gestão de suas propriedades e serão orientados a se organizarem com vistas à conquista de mercados.”
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A Secretaria da Agricultura é responsável por mobilizar e organizar os produtores para implementação do Programa, incentivando os produtores na diversificação da produção. A pasta também irá participar do monitoramento e avaliação dos resultados e deverá difundir as boas práticas adotadas pelos produtores a outros agricultores do Estado, por meio de atividades de extensão rural.
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Também estiveram presentes no evento, o gerente nacional de Produção Agrícola da Souza Cruz, Hélio Duarte de Moura Júnior; o presidente da Fetaesc, José Walter Dresch; além de representantes de sindicatos rurais e entidades ligadas à Agricultura.
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 Publicado por:   Assessoria de Imprensa.
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Fonte: http://www.agricultura.sc.gov.br/
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Resultados da 2ª etapa da Capacitação Técnica: Principais Aspectos da Produção de Hortaliças em Blumenau

Dando continuidade à 1ª etapa que foi realizada no dia 24/04/2012, realizou-se esta 2ª etapa no dia 21/08/2012, na propriedade da família Tribess, bairro Itoupavazinha, e que teve início às 14:00 horas. Esta etapa já estava prevista no plano de trabalho para este ano (no total de 3), e contou com os seguintes temas:
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1. Métodos Alternativos para o Controle de Pragas e Doenças – Calda Bordalesa e BioFertilizante Super-Magro: proferida pelo Engenheiro Agrônomo Robson Polmann, da Prefeitura Municipal de Blumenau.
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2. Certificação Orgânica: proferida pelo Engenheiro Agrônomo Anderson Rozanski, da Prefeitura Municipal de Blumenau.
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Complementando o assunto, também houve a participação do Engenheiro Agrônomo Alexandre Prada, do CEMEAR (Centro Motivação Ecológica Alternativas - ONG ligada à Rede Ecovida, que atua com a Certificação Participativa na região Sul do Brasil).
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3. Armadilha Luminosa e Compostagem: desta vez, quem entrou em cena foi Fabiana Moratelli, Engenheira Agrônoma da Epagri, demonstrando a importância e materiais necessários para a confecção, tanto da armadilha luminosa como para o composto.
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O evento contou com a presença de 45 pessoas, composta maioritariamente por agricultores locais e foi realizada numa propriedade rural, que já utiliza a compostagem em seus abrigos e no qual sua principal fonte de renda, provém da produção de hortaliças para entrega ao mercado local.
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Segundo Fabiana Moratelli: “A participação foi, nessa 2ª etapa do plano de Capacitação 2012, maior que na primeira realizada em abril, o que nos faz acreditar que estamos no caminho certo.”
Já Robson Polmann, comenta que: “Faltou tempo para apresentar mais”, em virtude do evento ter se iniciado apenas no período da tarde, mais precisamente, às 14:oo horas.
Enquanto para Mauro Feller, Engenheiro Agrônomo da COOPER: “A COOPER sempre apoia eventos dessa grandeza para oportunizar a troca de informações entre os produtores e valorização da pesquisa e extensão.”
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Lembrando a todos, que o evento é uma parceria entre Epagri, Prefeitura Municipal de Blumenau e COOPER.
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Desde já, deixamos o convite aberto a toda comunidade para a 3ª etapa, onde o foco será a indicação de variedades de hortaliças adequadas à região em cada época do ano e a visita a um produtor de mudas de Hortaliças de Blumenau.

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CARNE SUÍNA E DE FRANGO DEVEM SUBIR ATÉ 10%

CARNE SUÍNA E DE FRANGO DEVEM SUBIR ATÉ 10%
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16/08/2012 :: Os efeitos de uma das maiores secas da história dos EUA, que provocou quebra na safra de grãos daquele país, vão chegar logo ao bolso do consumidor brasileiro.
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Duas das maiores produtoras de carnes de frango e suína do País disseram ontem (14) que vão reajustar os preços em breve. O objetivo é compensar o aumento de custos provocado pela alta das cotações do milho e da soja.
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“Vamos reajustar os preços entre 5% e 10% de imediato”, afirmou José Antonio do Prado Fay, presidente da BRF-Brasil Foods, dona das marcas Sadia e Perdigão.
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No segundo trimestre deste ano, quando o milho subiu 16% em relação ao mesmo período de 2011, a companhia conseguiu aumentar os seus preços marginalmente, entre 1% e 2% –o insuficiente para cobrir os maiores gastos.”Respeitamos o nosso consumidor, mas é necessária uma implementação muito mais rápida do aumento de preços”, disse Fay.
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Principal concorrente da BRF no mercado interno, a Seara Brasil (divisão de aves, suínos e processados da Marfrig) conseguiu preços 6,1% maiores no mercado doméstico no segundo trimestre, em relação ao primeiro.
Além dos reajustes, o percentual reflete a maior participação de produtos industrializados na receita –59%, ante 50% há um ano.
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A empresa avisa, no entanto, que promoverá novos aumentos. “Eles não foram suficientes (para compensar os custos)”, disse David Palfenier, presidente da Seara. “Continuamos buscando maiores preços”, acrescentou.
O frango e o suíno vendidos por produtores independentes, que fornecem a essas indústrias, indicam que há espaço para a alta.
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Segundo pesquisa da Folha, a arroba do suíno sobe 70% nos frigoríficos paulistas em 30 dias. O frango vivo avança 30% nas granjas.
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QUEDA NO LUCRO
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A alta nos custos teve impacto no resultado das empresas no segundo trimestre.
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O lucro da BRF caiu 99%, para R$ 6 milhões, também bastante influenciado pelo aumento de despesas provocado pela transferência de ativos para a Marfrig –operação determinada pelo Cade.
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A rival teve lucro de R$ 15,5 milhões e reverteu prejuízo de R$ 91 milhões no mesmo período do ano passado. Mas previu que o maior impacto ainda está por vir, pois a explosão do preço do milho ocorreu no terceiro trimestre.
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Além de preço maior, as empresas informaram que buscam reduzir despesas para melhorar a rentabilidade.
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Fonte: Folha de S. Paulo-Quarta-feira, 15 de Agosto de 2012
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Publicado por: Assessoria de Comunicação da Cidasc
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Secretaria da Agricultura anuncia fim do ICMS para comercialização de bovinos entre produtores

Secretaria da Agricultura anuncia fim do ICMS para comercialização de bovinos entre produtores 
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Florianópolis (15/08/2012)
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A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e a Secretaria de Estado da Fazenda anunciam que esta semana será publicado o decreto que elimina a incidência de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) sobre a comercialização de bovinos e bubalinos entre os próprios pecuaristas. O secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, João Rodrigues, explica que a medida atende aos anseios dos produtores rurais e evita transtornos na fiscalização. “Quando os animais são destinados ao abate já são tributados, estamos impedindo que haja bitributação”, afirma.
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A isenção do imposto estadual foi um pedido da Federação da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (Faesc) e, para atender o pleito dos produtores rurais, o Governo do Estado concederá o regime de diferimento do ICMS incidente na operação produtor-produtor. “Isso significa que o pecuarista poderá emitir a nota do produtor rural sem que seja cobrado o ICMS quando a operação for para outro produtor. Os animais serão tributados quando forem vendidos ao frigorífico”, ressalta João Rodrigues.
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Publicado por: Assessoria de Imprensa
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Fonte: http://www.agricultura.sc.gov.br/
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Curso de Frutas e Hortaliças Minimamente Processadas

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O curso aconteceu no dia 18 de junho, promovido pela Epagri de Jaraguá do Sul em parceria com a Prefeitura Municipal e a Associação dos Municípios do Vale do Itapocu (AMVALI), com apoio do SC Rural. Foi ministrado pela engenheira de alimentos da AMVALI, Shana Kimi Farias Yamaguchi e pela extensionista da Epagri de Jaraguá do Sul, Juana Borchardt.
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Uma palestra motivacional e a exibição de um vídeo baseado no livro “Quem mexeu no meu queijo” deu início ao curso. “Queríamos transmitir a mensagem de que as pessoas devem inovar, adaptarem-se ao presente e às mudanças, saindo da zona de conforto”, disse Juana.
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Foram abordados os seguintes tópicos: a importância da higiene pessoal, dos equipamentos e do ambiente de trabalho; perigos biológicos, químicos e físicos e formas e processos de fazer os mínimamente processados para comercialização em supermercados ou venda direta no PNAE – Programa Nacional de Alimentação Escolar, que preconiza a obrigatoriedade dos municípios adquirem 30% do consumo de alimentação escolar da agricultura familiar. “O principal objetivo deste evento é capacitar os agricultores para que se sintam motivados a investir nesta área, visto que atualmente não temos nem um agronegócio deste ramo no meio rural do nosso município”, salienta Juana.
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Na parte da tarde, reforçando a capacitação, os agricultores dirigiram-se ao município de São Francisco do Sul para visitar uma agroindústria que já atua com hortaliças minimamente processadas, conhecendo assim a estrutura física e os equipamentos necessários. “O curso possibilitou conhecimentos que auxiliam os agricultores em tomadas de decisões e mudanças nas propriedades e nas agroindústrias do ramo”, afirmou o agricultor e processador de alimentos em conservas, Lemárcio Mathias.
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Mais informações: Juana Borchardt/Epagri/Jaraguá do Sul, no telefone: (47 – 3370-7871), e-mails: emjaraguadosul@epagri.sc.gov.br ou Juana@epagri.sc.gov.br
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Fonte: http://www.epagri.sc.gov.br
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Nova lei permitirá ao produtor de leite negociar com indústria

Nova lei permitirá ao produtor de leite negociar com indústria

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Laticínios terão de informar o preço do leite até o dia 25 do mês anterior à entrega do produto, o que pode beneficiar criadores.
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por Agência Estado
Editora Globo
Para o presidente da Comissão Nacional da Pecuária de Leite da CNA, a lei atende a uma antiga reivindicação dos produtores para que a indústria informasse um preço de referência
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A obrigação dos laticínios de informar o preço do leite até o dia 25 do mês anterior à entrega do produto nas indústrias dará maior margem de negociação aos criadores, que poderão optar pela empresa que pagar mais. A opinião é do presidente da Comissão Nacional da Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rodrigo Sant’Anna Alvim. Ele explica que a lei publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União atende a uma reivindicação dos produtores de leite. “O setor é um dos poucos da economia que só toma conhecimento do valor do seu produto na hora de receber o pagamento, muitas vezes até dois meses após a entrega da mercadoria nas usinas de beneficiamento”, disse.
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Segundo Alvim, os produtores sempre pediram que a indústria informasse um preço de referência, “nem que fosse um mínimo”. Ele argumenta que o preço informado não poderá ser muito baixo, porque neste caso o produtor irá procurar outra indústria que estiver pagando mais, “a não ser que as empresas formem um cartel”.
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O dirigente acredita que a nova lei não deve prejudicar as negociações entre produtores e indústrias em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul, onde existem conselhos paritários (Conseleite), que estabelecem os parâmetros técnicos e de mercado utilizados para definir o preço do leite entre as usinas. Ele afirmou que durante a discussão do projeto de lei no Congresso Nacional a CNA tentou excluir estes Estados (que têm o Conseleite) da obrigação das indústrias de informar o preço ao produtor, mas não deu tempo.
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Alvim afirmou que outras duas propostas que existiam no projeto de lei de autoria do deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) foram retiradas a pedido dos produtores. A primeira diz respeito à proibição de diferenciação de preços entre produtores na entrega de leite a uma mesma indústria. Ele diz que o deputado concordou em retirar a proposta, porque a mudança nas normas sobre padrões de qualidade do leite implica preços diferenciados.
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Outra proposta retirada proibia a diferença de preços entre o período seco (entressafra) e o das águas (safra). O sistema implica o pagamento de valores menores durante a safra para os volumes excedentes a determinada cota (calculada com base na média de leite entregue durante a entressafra). Alvim explicou que o deputado concordou em adiar as discussões sobre o sistema cota-excesso, que deve ser regulamentado nos próximos anos, com incentivo aos produtores que investem na produção de leite mesmo no período da entressafra, quando o custo é maior. Ele cita como exemplo o Canadá, onde a cota para entrega de leite às vezes vale mais que a propriedade.
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Fonte: http://revistagloborural.globo.com
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Produtor brasileiro utiliza em média 3,6 quilos de agrotóxicos por hectare, aponta IBGE

Produtor brasileiro utiliza em média 3,6 quilos de agrotóxicos por hectare, aponta IBGE

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Dados fazem parte dos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável, divulgados nesta segunda pelo Instituto

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O agricultor brasileiro utiliza, em média, 3,6 quilos de agrotóxicos por hectare. O dado foi divulgado nesta segunda, dia 18, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número faz parte dos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS) 2012, levantamento que abrange as dimensões ambiental, econômica, institucional e social da sustentabilidade do desenvolvimento brasileiro.
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Conforme o IBGE, o modelo de desenvolvimento da agricultura brasileira, centrado em ganhos de produtividade, tem gerado aumento crescente do uso de fertilizantes e agrotóxicos. Em 2010, a quantidade comercializada de fertilizantes foi de 155Kg/hectare (ha), das quais 43,7kg/ha de nitrogênio, 51,8 kg/ha de fósforo e 59,6kg/ha de potássio. O Sudeste apresentou a maior comercialização de fertilizantes por unidade de área (208,1kg/ha), acima da média brasileira.
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Entre os agrotóxicos, os herbicidas respondem por mais de 50% do consumo (quantidade entregue ao comércio e não diretamente aos produtores). Os Estados brasileiros com maior uso de agrotóxicos são o Rio de Janeiro (10,9 quilos/ha), São Paulo (6,9), Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal (4,3).
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Os dados sobre terras agrossilvipastoris mostram que o crescimento das áreas de lavouras e pastagens plantadas sobre as pastagens naturais, ao tempo em que representa aumento de produção por unidade de área, reduzindo a pressão sobre o recurso solo, significa maior uso de fertilizantes e agrotóxicos e maior possibilidade de contaminação ambiental. Em 2010, a área plantada total do Brasil ficou em 65.371.447 ha, o que corresponde a 7,7% da superfície total.
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Fonte: http://agricultura.ruralbr.com.br
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Visita a um Produtor de Folhosas em Abrigos no município de Camboriú/SC

No dia 1º de junho tivemos o privilégio de conhecer os 54 abrigos ou cultivos protegidos (50 prontos e 4 ainda em construção), popularmente conhecidos como estufas, que são utilizados pelo produtor Pedro Nilo Gelsleschter, popularmente conhecido como Pedro Alemão, para a produção de hortaliças (folhosas principalmente) como: alface, rúcula, chicória, salsinha, cebolinha, temperos diversos, couve folha, couve-flor e até batata, entre outros.
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A propriedade está localizada na comunidade de Rio Pequeno, município de Camboriú, litoral norte do Estado e, segundo o próprio produtor, sua produção não é suficiente para atender toda a demanda da região. Ela não é agroecológica, mas o sistema de produção preza o uso racional dos insumos (matérias primas) de produção, dando preferência, sempre que tiver disponível, ao uso de produtos orgânicos, principalmente para o controle de pragas e tratamento do solo.
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Os adubos utilizados seguem recomendação conforme análise de solo, o que evita gastos desnecessários, desequilíbrios e diminui a ocorrência de pragas e doenças. As folhosas produzidas são de excelente qualidade.
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Um aspecto observado que é um segredo de sucesso, é o bom clima de trabalho e relacionamento com o patrão que os empregados possuem, e além do mais, recebem comissão conforme produção, que os deixa mais comprometidos com sua função. O Sr. Pedro é um verdadeiro empreendedor de sucesso.
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Semana Municipal do Meio Ambiente

 
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(Terça-feira,29/05/2012 )
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Sustentabilidade move ações da Semana do Meio Ambiente
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A Faema dá início, nesta quarta-feira, dia 30, a Semana Municipal do Meio Ambiente. A abertura oficial será no Teatro Carlos Jardim, da Fundação Cultural, às 19h30min, mas as atividades acontecerão em diversos pontos da cidade, com o apoio de instituições de ensino e empresas parceiras.
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Inspirada no evento Rio+20, que ocorre em junho no Rio de Janeiro, a semana blumenauense também irá trabalhar com o tema sustentabilidade, através de palestras sobre consumo consciente, responsabilidade socioambiental, reaproveitamento de resíduos e saneamento básico.
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Além das palestras e do plantio de mudas de árvores, estão agendadas uma oficina para confecção de móveis com reaproveitamento de resíduos, um passeio ciclístico e contação de histórias no bosque da EBM Visconde de Tauney, durante toda a terça-feira, dia 04.
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A Semana Municipal do Meio Ambiente, que se encerra dia 5 de junho, tem o objetivo de mostrar as ações que vem sendo realizadas na cidade, tendo a oportunidade de fortalecer o trabalho que é desenvolvido por meio de programas de educação ambiental.
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Fonte: www.blumenau.sc.gov.br
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Produtividade agrícola brasileira cresce mais que a mundial, aponta Ministério

O efeito mais forte está relacionado aos gastos com pesquisa. Um aumento de 1% nesses gastos resulta em acréscimo de 0,35% sobre a produtividade.

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Ampliação do crédito rural, incentivo à exportação e à pesquisa são apontados como fatores que impactaram positivamente o crescimento da agricultura brasileira nos últimos 30 anos, especialmente com o aumento da produtividade. Enquanto no Brasil a produtividade da agricultura cresce a taxa média de 3,56% ao ano, no mundo, essa taxa decresce. É o que aponta estudo realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
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O trabalho estima os índices de produtividade total dos fatores (PTF) para a agropecuária brasileira para o período entre 1975-2011 e discute seu desempenho comparado com indicadores do mesmo gênero estimados para as principais agropecuárias mundiais, demonstrando posição de destaque do Brasil nesse contexto. Também são analisados os efeitos das políticas sobre a produtividade no Brasil, com destaque para as exportações, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento e a evolução do crédito rural.
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Segundo o coordenador da Assessoria de Gestão Estratégica do ministério, José Garcia Gasques, o efeito mais forte sobre a produtividade está relacionado aos gastos com pesquisa. Um aumento de 1% nesses gastos resulta em acréscimo de 0,35% sobre a produtividade. Na sequência, vem o aumento dos desembolsos por conta do crédito rural a produtores, cooperativas e agricultura familiar de 0,25%. Já os resultados para as exportações da agricultura mostram um aumento de 1% das exportações do agronegócio em decorrência do aumento de 0,14% da produtividade.
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Os efeitos do crédito rural sobre a produtividade ocorrem porque possibilita aos agricultores a aquisição de insumos de melhor qualidade, a adoção de melhores tecnologias e possibilita a ampliação da escala de produção pela aquisição de mais terra ou novos equipamentos. Por outro lado, as exportações afetam a produtividade por duas razões principais. A primeira é que a ampliação das vendas ao exterior requer o aprimoramento da qualidade dos produtos e com isso a incorporação de melhorias na produção que somente acontece com maior produtividade. A segunda razão é que, para exportar, é necessário o país ser competitivo e isso requer aumentos de produtividade para que seja possível produzir com menores custos. “A exportação na maior parte das vezes exige o aumento da escala de produção o que permite o uso de tecnologias mais avançadas”, destacou.
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A atuação da pesquisa sobre a produção se dá através das possibilidades que abre em termos de descobertas de novas variedades, mais resistentes e produtivas, técnicas de manejo mais aprimoradas, novas formas de plantio, aprimoramento da qualidade dos insumos, etc. Os efeitos da pesquisa não são imediatos, mas cumulativos, chama atenção o técnico. Por isso, os resultados ocorrem após certo período de tempo que depende do tipo de pesquisa, entre outros fatores.
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Fonte: http://www.agricultura.gov.br
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